Os Salões do Norte

Faerûn...

...Faerûn é um lugar muito antigo, repleto de grandes impérios perdidos e maravilhas. Um após o outro, os grandes reinos ascendiam e caíam, finalmente dando origem ao Tempo dos Seres Humanos, que compreende os últimos quatro mil anos da história de Faerûn. Até mesmo dentro deste intervalo, muitos impérios e dinastias surgiram e desapareceram como poeira através dos séculos, deixando apenas suas ruínas enigmáticas.

...Nessas páginas, você encontrara relatos, descrições da nossa Faerûn. Eu sou Dante, um viajante que guarda um grande poder, o poder da imortalidade, torna pessoas comuns em heróis. Essa imortalidade vem de meus contos que ecoarão pela eternidade. Sou bardo filho do tempo e com minha harpa e minha curiosidade viajo por cidades, lugares inóspitos buscando, criando ou narrando mitos e histórias. Conhecendo a cada dia novas pessoas que fazem parte integrante deste mundo que farei de tudo para não se perder nas areias do tempo.

...A pergunta não quem é Dante, mas o que é? Dante é comum, não se difere das pessoas típicas por onde passa, sim passa… ele é um ser errante que viaja pelos mundos sem ser notado, em uma olhada superficial ele é só mais um na multidão, não é forte nem fraco não é gordo nem magro. Porta apenas uma velha mochila e um instrumento musical, que é um de seus poucos companheiros de viagem. Ele é um bardo comum, pois não se destacar entre seus pares. Dante é um observador dos “homens no tempo”. Ele faz escolhas, recortes da sua visão da realidade. Ele se esconde no cotidiano para fazer sua poesia, observa atentamente, como um investigador, que nos pequenos detalhes, pois, os dados marginais são reveladores, porque constituíam os momentos em que o controle da sociedade, ligado à tradição cultural, distende-se para dar lugar a traços puramente individuais, “que lhe escapam sem que ele se dê conta”, revelado a verdadeira essência do individuo! “A história é arte e literatura”. Esta que expõe uma das virtudes da história: ela “distrai”, Antes do desejo de conhecimento, ela é estimulada pelo “simples gosto”.

...Mas para se torna um Dante é preciso, portanto para fazer a boa história para ensiná-la, para fazê-la ser amada, não esquecer que, ao lado de suas “necessárias austeridades”, a história “tem seus gozos estéticos próprios”. Do mesmo modo, ao lado do necessário rigor ligado à erudição e à investigação dos mecanismos históricos, existe a “volúpia de apreender coisas singulares”. A eterna busca pelo conhecimento!

Dante é imortal! Dante é uma escola! Observar o mundo sem grandes interferências… Adeptos que em sua individualidade observam e escrevem cada um uma História… Isso é ser Dante!

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Gellius

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